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| Revista Scientific American Brasil |
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Segundo o ISI (Institute for Scientific Information), desde o ano 2000, o Brasil passou a ocupar a 17ª posição no ranking mundial de produção científica. Esse avanço foi resultado das iniciativas tomadas no setor ao longo dos anos, tendo início com a criação do CNPq em 1951. Outras ações que estimularam o desenvolvimento da ciência no Brasil foram a criação da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e de novos cursos de pós graduação para a formação de pesquisadores durante a década de 1960, e a criação do Ministério da Ciência e Tecnologia na década de 1980.
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Com o avanço do desenvolvimento cientifico no Brasil, se fez necessária a existência de uma publicação nacional voltada à ciência. É nesse contexto que, em junho de 2002, a editora Duetto lança a versão brasileira da revista Scientific American, a maior revista de divulgação científica do mundo,.
Dessa forma a Scientific American Brasil (SCIAM Brasil) já nasceu com o peso de anos de tradição e com um nome bastante consolidado entre a sociedade científica. A revista Scientific American Brasil tem publicação mensal, e mantem a tendência de antecipar e analisar as grandes descobertas, teorias e pesquisas científicas, em pouco tempo a publicação garantiu grande destaque no mercado editorial brasileiro.
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Os assuntos abordados pela revista Scientific American Brasil envolvem temas como o uso de células tronco em tratamentos, as origens da vida, ecocombustíveis, desenvolvimento sustentável, nanotecnologia, além de diversos outros, que abrangem todos os campos da Ciência.
Existem edições internacionais da revista Scientific American em diversos países, como Alemanha com o nome de “Spektrum der Wissenschaft”, na Fraça com o nome de “Pour La Science”, na Espanha com o nome de “Investigacion y Ciencia”, além de 14 outros países. |

